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Judiciário é homenageado no Comando Militar do Sudeste

  Presidente do TJSP recebe Medalha do Pacificador.             O presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, desembargador Manoel de Queiroz Pereira Calças, recebeu ontem (20), no Comando Militar do Sudeste, em São Paulo, a Medalha do Pacificador, em solenidade que comemorou o Dia da Família Militar (18 de setembro), instituído por portaria, de junho de 2016. Na mesma cerimônia – que contou com a presença do vice-presidente do TJSP, desembargador Artur Marques da Silva Filho – também foi homenageado, com a Medalha Exército Brasileiro, o coordenador operacional da Polícia Militar do Estado de São Paulo, coronel PM Marcelo José Rabello Vianna.             O presidente Pereira Calças, ao agradecer a honraria, falou aos oficiais e soldados em três situações diferentes. “Em primeiro lugar, falo como um integrante da reserva do Exército de Duque de Caxias. Servi o Exército em 1968 e tenho muito orgulho de tê-lo feito, onde recebi lições, que foram destacadas hoje, notadamente, de hierarquia, disciplina e amor à Pátria. Falo também como filho de Dona Maria Abadia Garcia Leal de Queiroz, matriarca da nossa família e mãe de oito filhos. Nesta data, em que o Exército homenageia a família Fonseca, estendo a homenagem a todas as famílias brasileiras. Falo, ainda, como representante do Tribunal de Justiça de São Paulo. Sei que a medalha que hoje recebo, e guardarei eternamente em meu peito e em meu coração, representa um extremo e importante galardão para quem também se considera um soldado desse País e que integra outro exército, o da Magistratura brasileira. Não recebo essa homenagem, que me traz extrema alegria, em meu nome. Faço-o em nome do Tribunal de Justiça, tribunal instituído pelo imperador D. Pedro II e que, desde então, cumpre a sua missão de fazer justiça e cumprir a Constituição, dando a todos que batem a sua porta a jurisdição, garantia constitucional no sentido de dar a cada um o que é seu. Recebo-a, portanto, em nome da Corte de Justiça do Estado de São Paulo.”             Ao fazer uso da palavra, o comandante militar do Sudeste, general de Exército Luís Eduardo Ramos Baptista Pereira – que fez a entrega das condecorações – também destacou a importância da família e sua preservação, daí a relevância da comemoração do Dia da Família Militar. Falou, também dos homenageados. “Desembargador, o senhor foi muito feliz em dizer que recebe a homenagem em nome do Tribunal de Justiça. Também tenho recebido algumas homenagens aqui em São Paulo e sei que não são para o Luís Eduardo, mas ao general comandante do militar Sudeste, instituição que está aqui há muitos anos. É uma honraria que se presta ao Exército.”             Participaram da solenidade o comandante do 2ª Região Militar, general de pisão Adalmir Manoel Domingos; o chefe do Estado-Maior do Comando Militar do Sudeste, general de brigada Paulo Alípio Branco Valença; o diretor de Educação Preparatória e Assistencial do Exército Brasileiro, general de pisão Flávio Marcus Lancia Barbosa; o subcomandante da Polícia Militar de São Paulo, coronel PM Fernando Alencar Medeiros; o chefe da Assessoria Policial Militar do TJSP, coronel PM Sérgio Ricardo Moretti; e o ex-presidente do Tribunal de Justiça Militar de São Paulo, coronel PM Antonio Augusto Neves.               Saiba mais:             Dia da Família Militar – É a ocasião em que o Exército Brasileiro homenageia Rosa Maria Paulina da Fonseca, nascida em 18 de setembro de 1802, em Marechal Deodoro, Alagoas. D. Rosa da Fonseca foi escolhida pela sua história de vida e seu exemplo de amor patriótico que só pode ser comparado ao amor maternal, quando a mulher está sempre pronta a dar a vida por seus filhos. A matriarca, Rosa Maria Paulina da Fonseca, teve um importante papel na formação cívica da família. Conta-se que, enquanto se comemorava a vitória de Itororó com grandes manifestações públicas no Rio de Janeiro, ela recebia o boletim com a notícia da morte de um dos seus filhos. Nem por isso deixou de homenagear as tropas, estampando a bandeira nacional em uma das janelas de sua casa. E, quando pessoas amigas chegaram par lhe dar os pêsames, teria afirmado: “Sei o que houve, talvez até Deodoro mesmo esteja morto. Mas hoje é dia de gala pela vitória; amanhã chorarei a morte deles”. E, de fato, chorou por três dias, fechada em seu quarto. Ao longo do transcurso da guerra, perdeu três dos filhos enviados aos combates. Dos que regressaram com vida, notabilizaram-se na História do Brasil: o marechal Manuel Deodoro da Fonseca, proclamador da República e primeiro presidente do Brasil, e o general-de-brigada médico João Severiano da Fonseca, patrono do Serviço de Saúde do Exército.             Medalha do Pacificador – O Decreto nº 4.207, da Presidência da República, de 22 de abril de 2002, instituiu a Medalha do Pacificador, concedida pelo comandante do Exército “(V) aos cidadãos nacionais que hajam prestado relevantes serviços ao Exército; e (VI) às organizações militares e instituições civis, nacionais ou estrangeiras, que se tenham tornado credoras de homenagem especial do Exército” (art. 1º).             Medalha do Exército Brasileiro – A Medalha Exército Brasileiro destina-se a distinguir cidadãos e instituições civis, brasileiros ou estrangeiros, militares estrangeiros, integrantes da Marinha do Brasil, da Força Aérea Brasileira e das Forças Auxiliares bem como suas organizações militares que tenham praticado ação destacada ou serviço relevante em prol do interesse e do bom nome do Exército Brasileiro (regulada pela Portaria nº 1.570, de 13 de novembro de 2017).           Mais fotos no Flickr.                           imprensatj@tjsp.jus.br
21/09/2018 (00:00)
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