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TJSP participa de solenidade da Força Aérea Brasileira

Evento relembrou patrono da FAB.           O Tribunal de Justiça de São Paulo, representado pelo presidente da Seção de Direito Criminal, desembargador Fernando Antonio Torres Garcia, participou, na manhã desta quinta-feira (20), de solenidade alusiva ao 122º Aniversário de Nascimento do Patrono da Força Aérea Brasileira (FAB), marechal do ar Eduardo Gomes. O evento aconteceu na Base Aérea de São Paulo e contou com persas autoridades civis e militares.         Na cerimônia houve leitura da Ordem do Dia, canto do Hino dos Aviadores e desfile da tropa. Militares receberam a medalha “Eduardo Gomes – Aplicação e Estudo”. O objetivo é incentivar os estudos, premiar e dar relevo ao mérito intelectual de oficiais e praças do Comando da Aeronáutica que venham a distinguir-se nas atividades escolares, fortalecendo a instituição e, consequentemente, o país. “Uma nação é muito mais do que o seu território e um punhado de pessoas. Fundamental é a integração do seu povo em torno de um sentimento patriótico de união”, disse na leitura da Ordem do Dia o tenente-brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato, comandante da FAB.         O desembargador Fernando Antonio Torres Garcia possui história de vida ligada à FAB. O magistrado entrou para a Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR), de Barbacena, em 1974 e, três anos depois, passou a fazer parte da Academia da Força Aérea (AFA), em Pirassununga. Entre os convidados ele acompanhou a solenidade comemorativa.         O homenageado do dia, marechal do ar Eduardo Gomes, chegou a ocupar o cargo de Ministro da Aeronáutica em duas ocasiões e contribuiu para a criação do Correio Aéreo Militar, que viria a se unir ao Correio Aéreo Naval para se tornar o Correio Aéreo Nacional (CAN), uma das mais importantes ferramentas de integração do território brasileiro. Além disso, candidatou-se duas vezes ao cargo de presidente da República, gerando um fato curioso durante a sua segunda candidatura: a fim de angariar fundos para a disputa eleitoral, um grupo de senhoras criou um doce feito de chocolate e leite condensado, vendido nos comícios e tradicional nos dias de hoje, “o doce do brigadeiro”.                    imprensatj@tjsp.jus.br
20/09/2018 (00:00)
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